Datafolha: Dilma a 3 pontos da vitória já no 1º turno

Lula está a três pontos percentais de realizar o projeto de eleger a sucessora ainda no primeiro turno da eleição de 2010.
Pela primeira vez, Dilma Rousseff assumiu a dianteira numa pesquisa do Datafolha. Abriu sobre José Serra vantagem de oito pontos.
Em relação à pesquisa anterior, Dilma subiu cinco pontos. Foi a 41%. Serra caiu quatro. E estacionou em 33%.
Marina Silva manteve-se no mesmo patamar: 10%. Votos brancos e nulos somam 5%. Entre os entrevistados, 9% disseram que ainda não sabem em quem votar.
Considerando-se apenas os votos válidosos, como faz a Justiça Eleitoral na hora de apurar as urnas, Dilma está muito próxima de um triunfo em primeiro turno.
Tomada pelo Datafolha, Dilma precisaria de escassos três pontos perceentuais para prevalecer sobre Serra em outubro.
Entre todos os institutos, o Datafolha é o que realiza o maior número de entrevistas: 10.856, em 382 municípios.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
No cenário de um eventual segundo turno, a vantagem de Dilma permanece na casa dos oito pontos. Ela com 49%. Serra com 41%.
Dilma em Santa Catarina
Candidata cumpriu extensa agenda em Florianópolis
ASCOM Vignatti

Mais de 2,5 mil pessoas acompanharam a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) pelas ruas do Centro da Capital, nesta quinta-feira (12), onde foi realizada uma caminhada junto com os candidatos ao governo Ideli Salvatti (PT), vice Guido Bretzke (PR) e ao Senado, Cláudio Vignatti (PT) e João Ghizoni (PCdoB), que acompanharam toda a agenda da candidata Dilma no estado.
Dilma chegou à Base Aérea de Florianópolis por volta das 9h15, quando foi recepcionada pelos candidatos à majoritária da coligação "A Favor de Santa Catarina". A candidata participou do painel do Grupo RBS. Ao sair da emissora, recebeu uma homenagem dos moradores do Maciço do Morro da Cruz, que foram beneficiados com recursos do PAC, principalmente para o saneamento básico, garantidos com apoio de Ideli no Senado e do deputado federal, Cláudio Vignatti.
A candidata a presidente Dilma Rousseff destacou que sua maior contribuição para Santa Catarina no governo Lula foi a implementação da linha de transmissão de energia, que garantiu o abastecimento de Florianópolis, evitando o risco de novo apagão como o ocorrido em 2004.
Dilma também defendeu um governo que vai priorizar a saúde e a educação. A candidata destacou o empenho de Ideli Salvatti no Senado e do deputado federal Cláudio Vignatti na ampliação das escolas técnicas e na criação da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS.
Empresários
No encontro com o setor empresarial, Dilma Rousseff disse que a Reforma Trabalhista não é prioridade. A candidata palestrou em reunião-almoço com empresários. “Quando for eleita presidente vou lançar o Programa Minha Casa Minha Vida 2 e para a cnstrução de mais de dois milhões de novas moradias. Esta é minha prioridade”, disse Dilma.
A candidata também defendeu a criação do ministério das micro e pequenas empresas, proposta defendida por Vignatti. “Dilma conhece Santa Catarina e a força do empreendedorismo dos catarinenses. Hoje, as micro e pequenas empresas são as que mais geram empregos e precisam de políticas públicas específicas, além de uma política de crédito ousada”, disse Vignatti.
Encontro com a juventude
Ao final de sua palestra, Dilma Rousseff atendeu aos jovens que integraram um projeto social, coordenado pelo Padre Vilson Groh, e conheceu um pouco de sua realidade .
Caminhada
Dilma encerrou a agenda ás 18h, com uma caminhada pelas ruas do Centro de Florianópolis. “Vivemos aqui, em toda a agenda que Dilma fez em Florianópolis com a imprensa, com a Fiesc e no ato com tantas pessoas apoiando, o reconhecimento do excelente trabalho que o governo Lula vem fazendo. Dilma representa a continuidade deste grande empenho pela transformação de nosso país e de nosso estado”, destacou Ideli.
Dilma 9 x 0 Bonner, no Jornal Nacional
Como foi a entrevista de Dilma Rousseff no Jornal Nacional. Os textos marcados em amarelo, mostram os destaques do show que foi:
William Bonner: O Jornal Nacional dá início nesta segunda-feira a uma série de entrevistas ao vivo com os principais candidatos à presidência da República. Nós vamos abordar aqui temas polêmicos das candidaturas e também confrontar os candidatos com suas realizações em cargos públicos. Claro que não seria possível esgotar esses temas todos em uma única entrevista, mas nas próximas semanas os candidatos estarão também no Bom Dia Brasil e Jornal da Globo.
O sorteio realizado com a supervisão de representantes dos partidos determinou que a candidata do PT, Dilma Rousseff, seja a entrevistada de hoje. Nós agradecemos a presença da candidata. Boa noite, candidata.
Dilma Rousseff: Boa noite.
William Bonner: E informamos também que o tempo de 12 minutos da entrevista passa a contar a partir de agora. Candidata, o seu nome como candidata do PT à presidência foi indicado diretamente pelo presidente Lula, ele não esconde isso de ninguém. Algumas pessoas criticaram, disseram que foi medida autoritária, por não ter ouvido as bases do PT. Por outro lado, a senhora não tem experiência eleitoral nenhuma até esse momento. A senhora se considera preparada para governar o Brasil longe do presidente Lula?
Dilma 1 x 0: Olha, William, olha, Fátima, eu considero que eu tenho experiência administrativa suficiente. Eu fui secretária municipal da Fazenda, aliás, a primeira secretária municipal de Fazenda de capital. Depois eu fui sucessivamente, por duas vezes, secretária de Energia do Rio Grande do Sul. Assumi o ministério de Minas e Energia, tambem fui a primeira mulher, e fui coordenadora do governo ao assumir a chefia da Casa Civil. Como vocês sabem, é o segundo cargo mais importante na hierarquia do governo federal. Então, eu me considero preparada para governar o país. E mais do que isso, eu tenho experiência, eu conheço o Brasil de ponta a ponta, conheço os problemas.
William Bonner: Mas a sua relação com o presidente Lula, a senhora faz questão de dizer que é muito afinada com ele. Junto a isso, o fato de a senhora não ter experiência e ter tido o nome indicado diretamente por ele, de alguma maneira a senhora acha que isso poderia fazer com que o eleitor a enxergasse ou enxergasse o presidente Lula como um tutor de seu governo, caso eleita?
Dilma 2 x 0: Você sabe, Bonner, o pessoal tem de escolher o que é que eu sou. Uns dizem que sou mulher forte, outros dizem que eu tenho tutor. Eu quero te dizer o seguinte: a minha relação política com o presidente Lula, eu tenho muito orgulho dela. Eu participei diretamente com o presidente, fui braço direito e esquerdo dele nesse processo de transformar o Brasil num país diferente, num país que cresce, distribui renda, em que as pessoas têm pela primeira vez, depois de muitos anos, a possibilidade de subir na vida. Então, não vejo problema nenhum na minha relação com o presidente Lula. Pelo contrário, vejo que até é um fator muito positivo, porque ele é um grande líder, e é reconhecido isso no mundo inteiro.
Fátima Bernardes: A senhora falou em temperamento. Alguns críticos, muitos críticos e alguns até aliados falam que a senhora tem um temperamento difícil. O que a gente espera de um presidente é que ele, entre outras coisas, seja capaz de fazer alianças, de negociar, ter habilidade política para fazer acordos. A senhora de que forma pretende que esse temperamento que dizem ser duro e difícil não interfira em seu governo caso eleita?
Dilma 3 x 0: Fátima, estava respondendo justamente isso, eu acho que têm visões construídas a meu respeito. Acho que sou uma pessoa firme, acho que em relação aos problemas do povo brasileiro eu não vacilo, acho que o que tem que ser resolvido prontamente, nós temos que fazer um enorme esforço. Eu me considero hoje, até pelo cargo que ocupei, extramamente preparada no sentido do diálogo. Nós do governo Lula somos eminentemente um governo do diálogo. Em relação aos movimentos sociais, você nunca vai ver o governo do presidente Lula tratando qualquer movimento social a cassetete. Primeiro nós negociamos, dialogamos. Agora, nós tambem sabemos valer a nossa autoridade. Nada de ilegalidade nós compactuamos.
Fátima Bernardes: Agora, no caso, por exemplo, a senhora falou de não haver cassetete, mas talvez a forma de a senhora se comportar. O próprio presidente Lula, este ano em discurso durante uma cerimônia de posse de ministros, ele chegou a dizer que achava até natural haver queixas contra a senhora, mas que ele recebeu na sala dele várias pessoas, colegas, ex-ministros, ministros, que iam lá se queixar que a senhora os maltratava.
Dilma 4 x 0: Olha, Fátima, é o seguinte, no papel, sabe dona de casa? No papel de cuidar do governo é meio como se a gente fosse mãe, tem uma hora que você tem de cobrar resultados . Quando você cobra resultados, você tem de cobrar o seguinte: olha, é preciso que o Brasil se esforce, principalmente o governo, para que as coisas aconteçam, para que as estradas sejam pavimentadas, para que ocorra saneamento. Então tem uma hora que é que nem, você imagina lá sua casa, a gente cobra. Agora, tem outra hora que você tem de incentivar, garantir que a pessoa tenha estímulo para fazer.
Fátima Bernardes: Como mãe eu entendo, mas como presidente não tem uma hora que tem que ter facilidade de negociar, por exemplo, futuramente no Congresso, com líderes mundiais, ter um jogo de cintura ai?
William Bonner Não Deixa Dilma responder e pergunta: O presidente falou em maltratar, não é, candidata?
Dilma Rousseff: Não, o presidente não falou em maltratar, o presidente falou que eu era dura.
William Bonner: Não, ele disse isso. A senhora me perdoe, mas o discurso dele está disponível. Ele disse assim: as pessoas diziam que foram maltratadas pela senhora. Mas a gente também não precisa ficar nessa questão até o fim, têm outros temas.
Dilma 5 x 0: É muito difícil, depois de anos e anos de paralisia, e houve isso no Brasil. O Brasil saiu de uma era de desemprego, desigualdade e estagnação para uma era de prosperidade. Nós tínhamos perdido a cultura do investimento, aí houve uma força muto grande da minha parte nesse sentido, de cumprir meta, de fazer com que o governo Lula fosse esse sucesso que tenho certeza que está sendo.
William Bonner: A senhora tem na sua candidatura, além do apoio do presidente, alianças formadas. Por exemplo, a do deputado Jader Barbalho, do senador Renan Calheiros, da família Sarney, a senhora tem o apoio do ex-presidente Fernando Collor. São todas figuras da política brasileira, que, ao longo de muitos anos, o PT, o seu partido, criticou severamente, eram considerados como oligarcas pelo PT. Quando foi que o PT errou: quando fez aquelas críticas todas ou está errando agora, quando botou todo mundo debaixo do mesmo guarda-chuva?
Dilma 6 x 0 (um gol de placa): Eu perguntaria outra coisa: aonde foi que o PT acertou? Quando percebeu que governar um país com a complexidade do Brasil implica necessariamente na sua capacidade de construir uma aliança ampla. O PT não tinha experiência de governo e agora tem. Nós não erramos e vou te explicar em que sentido: não é que nós aderimos ao pensamento de quem quer que seja. O governo Lula tinha uma diretriz: focar na questão social, fazer com que o país tivesse a oportunidade, primeiro, de um país que era considerado dos mais desiguais do mundo,diminuir a pobreza em 24 milhões. Um país em que as pessoas não subiam na vida elevou para as classes médias 31 milhões de brasileiros. Para fazer isso, quem nos apóia, aceitando os nossos princípios e aceitando as nossas diretrizes de governo, a gente aceita do nosso lado. Não nos termos de quem quer que seja, mas nos termos de um governo que quer levar o Brasil para um outro patamar.
William Bonner: O resumo é: o PT não errou nem naquela ocasião, nem agora.
Dilma Rousseff: Eu acho que o PT não tinha tanta experiência, eu reconheço isso. Ninguém pode achar que um partido como o PT, que nunca tinha estado no Governo Federal, tivesse, naquele momento, a mesma experiência que tem hoje. Acho que o PT aprendeu muito, mudou, porque a capacidade de mudar é importante.
William Bonner: O PT tem hoje nas costas oito anos de governo, então é razoável que a gente aborde aqui alguma das realizações. Vamos discutir um pouco o desempenho do governo em algumas áreas, começando pela economia. O governo comemora muito melhoras da área econômica, no entanto, o que a gente observa, é que quando se compara o crescimento do Brasil com países vizinhos, como Uruguai, Argentina, Bolívia, e também com os pares dos Brics, os chamados países emergentes, como China, Índia, Rússia, o crescimento do Brasil tem sido sempre menor do que o de todos eles. Por quê?
Dilma 7 x 0: Eu acredito que nós tivemos um processo muito mais duro no Brasil com a crise da dívida e com o governo que nos antecedeu. Eu acho que o Uruguai e a Bolívia são países, sem nenhum menosprezo, acho que os países pequenos têm que ser respeitados, do tamanho de alguns estados menores no Brasil, que é um país de 190 milhões habitantes. Nós tivemos um processo no Brasil muito duro. Quando chegamos no governo, a inflação estava fora de controle. Nós tínhamos uma dívida com o Fundo Monetário, que vinha aqui e dava toda a receita do que a gente ia fazer. Nós tivemos que fazer um esforço muito grande para colocar as finanças no lugar e depois, com estabilidade, crescer. Este ano, a nossa discussão é queestamos entre os países que mais crescem no mundo, estamos com a possibilidade de ter uma taxa de crescimento de 7% do Produto Interno Bruto. Sem fazer comparações, a queda da economia na Rússia no ano passado foi terrível. Criamos quase 1,7 milhão empregos no ano da crise.
Fátima Bernardes: Vamos falar um pouquinho de outro problema, que é o saneamento. Segundo dados do IBGE, o saneamento no Brasil passou de 46,4 para 53,2 no governo Lula, um aumento pequeno, de 1 ponto percentual mais ou menos ao ano. Por que o resultado fraco numa área que é muito importante para a população?
Dilma 8 x 0: Porque nós vamos ter um resultado excepcional a partir dos dados da pesquisa feita em 2010. Talvez uma das áreas em que eu mais me empenhei foi área de saneamento, porque o Brasil investia menos de R$ 300 milhões no país inteiro. Hoje, aqui no Rio, na favela da Rocinha, que eu estive hoje, nós investimos mais de R$ 270 milhões. Nós lançamos o Programa de Aceleração do Crescimento, para o caso do saneamento, na metade de 2007. Começou a amadurecer porque o país parou de fazer projetos. Prefeitos e governadores apresentaram os projetos agora, em torno do início de 2008, e aceleraram. Eu estava vendo recentemente quenós temos hoje uma execução de obras no Brasil inteiro. No Rio, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão. Obras de saneamento, de habitação. A Baixada Santista, em São Paulo, e a Baixada Fluminense aqui no Rio de Janeiro tiveram um investimento monumental em saneamento.
Fátima Bernardes: A gente gostaria agora que a senhora, em 30 segundos, desse uma mensagem ao eleitor, se despedindo da sua participação no Jornal Nacional.
Dilma 9 x 0: Eu agradeço a vocês dois e quero dizer para o eleitor o seguinte: o meu projeto é dar continuidade ao governo do presidente Lula.Mas não é repetir. É a avançar e aprofundar, é basicamente este olhar social, que tira o Brasil de uma situação de país emergente e leva o nosso país a uma situação de país desenvolvido com renda, com salário decente, com professores bem pagos e bem treinados. Eu acredito que é a hora e a vez do Brasil e nós vamos chegar a uma situação muito diferente, cada vez mais avançada no final deste governo em 2014.
CNT/Sensus: Dilma lidera pesquisa com 41,6%; Serra tem 31,6%
Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou nesta quinta-feira (5) liderança da petista Dilma Rousseff na corrida presidencial. Ela registra 41,6% da preferência do eleitorado, ao passo que o tucano José Serra, seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, tem 31,6%. A ex-ministra Marina Silva (PV), por sua vez, aparece com 8,5% dos votos, conforme o levantamento.
Na pesquisa anterior CNT/Sensus, divulgada no dia 17 de maio, Dilma aparecia com 35,7% e Serra com 33,2%. Apesar da vantagem numérica da ex-ministra, o resultado configurava um empate técnico entre os dois candidatos, já que a margem de erro da pesquisa era de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. De maio para cá, Dilma subiu mais de cinco pontos e Serra oscilou para baixo dentro da margem de erro.
Na simulação espontânea, quando o entrevistado aponta seu candidato a presidente sem ter acesso a uma lista com possíveis candidatos, Dilma Rousseff também ocupa a posição dianteira, com 30,4%. Neste cenário, José Serra tem 20,2% e Marina Silva outros 5,0%. José Maria Eymael (PSDC) tem 3,0%. Votos brancos e nulos são 3,8%. Eleitores indecisos são 27,9%. Apesar de não poder concorrer, o presidente Lula foi citado por 5,0% dos entrevistados.
Em um eventual segundo turno, Dilma Rousseff venceria o tucano José Serra por 48,3% contra 36,6%. Neste contexto, os votos brancos e nulos chegam a 5,7%. Os eleitores indecisos são 9,6%.
Se disputar contra a verde Marina Silva, Dilma também sairia vitoriosa com 55,7% da preferência do eleitorado. A ex-ministra do Meio Ambiente teria 23,3%. Brancos e nulos são 9,4%. Eleitores que não sabem em quem votariam são 11,7%.
Em uma terceira hipótese de José Serra e Marina Silva se enfrentarem em um eventual segundo turno, o tucano teria 50,0% dos votos, ao passo que a senadora teria 27,8%. Os brancos e nulos neste caso são 9,9%. Eleitores indecisos contabilizam 12,4%.
O levantamento CNT/Sensus mediu ainda o nível de rejeição dos três principais presidenciáveis. José Serra lidera este quesito com 30,8%, seguido de Marina Silva, com 29,7%, e de Dilma Rousseff, com 25,3%. A expectativa de vitória para as eleições presidenciais, independentemente de em quem o eleitor vai votar, dá liderança, de acordo com a pesquisa CNT/Sensus, para Dilma Rousseff, com 47,1%. Serra aparece com 30,3%, e Marina Silva tem expectativa de vitória de apenas 2,2%.
Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, a abertura de dez pontos percentuais de Dilma em relação a Serra representa uma ampliação do conhecimento pessoal da petista e a aquisição de uma "própria identidade" como política, não mais exclusivamente dependente da popularidade de Lula. "Já está adquirindo identidade própria. Foi sendo mais conhecida e hoje não é uma desconhecida (como antes)", disse Guedes.
Encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, a pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, com dois mil entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 29 de julho de 2010, sob o número 21411/2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
SERRA, candidato do COLOMBO, quer acabar com o MDA prejudicando a agricultura familiar
O candidato tucano à Presidência, José Serra, disse, em encontro com ruralistas, que vai acabar com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) se eleito. Caso isso ocorra, o principal setor atingido será a agricultura familiar, de maneira profunda. Perderá investimentos e será tratada com descaso como na época de FHC, tudo em benefício da agricultura de grande porte. Vale lembrar que SERRA É O CANDIDATO DE COLOMBO!O fim do MDA significa:
- Fim do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar)
- Fim do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos)
- Fim dos programas de Habitação Rural
- Fim da reforma agrária
- Fim do Programa Territórios da Cidadania (que destina recursos a regiões com baixo índice de desenvolvimento)
E isso que o slogan do Colombo é: “as pessoas em primeiro lugar”. Será mesmo?
Perfil de Ideli é destaque no Jornal Notícias do Dia. Confira!

Ideli foi destaque da edição desta segunda-deira, 2 de agosto, do Jornal Notícias do Dia. A matéria destaca a trajetória da candidata da coligação A Favor de Santa Catarina, mostrando detalhes de sua vida, desde o nascimento, a vida como professora, como sindicalista e o ingresso na vida política, chegando a ser a primeira mulher Senadora por Santa Catarina. Confira!
Clique para fazer o download do Perfil de Ideli Salvatti (.pdf – 2mb)


